A uma hora dessas
por onde estará seu pensamento
Terá os pés na terra
ou vento no cabelo?
A uma hora dessas
por onde andará seu pensamento
Dará voltas na Terra
ou no estacionamento?
Onde longe Londres Lisboa
ou na minha cama?
A uma hora dessas
por onde vagará seu pensamento
Terá os pés na areia
em pleno apartamento?
A uma hora dessas
por onde passará seu pensamento
Por dentro da minha saia
ou pelo firmamento?
Onde longe Leme Luanda
ou na minha cama?
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Machado, pra variar!
Os Dois Horizontes, Machado de Assis.
Dois horizonte fecham nossa vida:
Um horizonte, - a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, - a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, - sempre escuro, -Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais.
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, - tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? - Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? - Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
Dois horizonte fecham nossa vida:
Um horizonte, - a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, - a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, - sempre escuro, -Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O vôo das andorinhas,
A onda viva e os rosais.
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, - tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? - Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? - Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
What now?!
"Now I'm speechless
Over the edge, I'm just breathless
I never thought that I'd catch this
Lovebug again
Hopeless
Head over heels in the moment
I never thought that I'd get hit
By this Lovebug again!"
Lovebug, Jonas Brothers.
E sim, tem tudo a vê! =P
Over the edge, I'm just breathless
I never thought that I'd catch this
Lovebug again
Hopeless
Head over heels in the moment
I never thought that I'd get hit
By this Lovebug again!"
Lovebug, Jonas Brothers.
E sim, tem tudo a vê! =P
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Não, Senhor.
Não estava à procura.
Não sei esquematizar.
Não sei o que aconteceu.
Não quero atribuir funções.
Não quero dar explicações.
Não vou reduzir.
Não vou, muito menos, dividir.
Não costumo arquivar.
Não aguentaria esperar.
Não poderia deixar de arriscar.
Não seria desse jeito.
Não me importo com os defeitos.
Não tem ninguém por perto.
Não me esqueço as demonstrações de afeto.
Não ouço frases de efeito.
Não deveria ter ido.
Não deveria, muito menos, ter desistido.
Não insisto.
Não, Senhor.
Não consigo parar de pensar.
Não queira disfarçar.
Não é preciso fingir.
Não, a verdade!
Não doeria assim...
Não é para esperar.
Não é de mais ninguém.
Não era!
Não sou!
Não, Senhor!
Nath
Não sei esquematizar.
Não sei o que aconteceu.
Não quero atribuir funções.
Não quero dar explicações.
Não vou reduzir.
Não vou, muito menos, dividir.
Não costumo arquivar.
Não aguentaria esperar.
Não poderia deixar de arriscar.
Não seria desse jeito.
Não me importo com os defeitos.
Não tem ninguém por perto.
Não me esqueço as demonstrações de afeto.
Não ouço frases de efeito.
Não deveria ter ido.
Não deveria, muito menos, ter desistido.
Não insisto.
Não, Senhor.
Não consigo parar de pensar.
Não queira disfarçar.
Não é preciso fingir.
Não, a verdade!
Não doeria assim...
Não é para esperar.
Não é de mais ninguém.
Não era!
Não sou!
Não, Senhor!
Nath
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Infinito Particular
Infinito Particular, Marisa Monte
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou portabandeira
de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou portabandeira
de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Paciência
Lenine - Paciência
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára.
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara!
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência.
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência.
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)!
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára (a vida não pára não)
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)!
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára.
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara!
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência.
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência.
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)!
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára (a vida não pára não)
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)!
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára.
domingo, 25 de janeiro de 2009
O "X" da questão (especialmente pro 'R*)

Sim. Porque parece problema de matemática. Daqueles gigantes, absurdos, quase obsceno! Pior: daqueles que a gente só consegue fazer com o professor, porque sozinho não sai por nada desse mundo!
E sim. Talvez ele tenha razão. Ela fala muito nele mesmo. Normal, ué! Segundo ele, todo papo entre eles, mesmo que o assunto não passe nem perto, lá vai ela. Lá vai ela dar a volta ao mundo, dando uma vida absurdamente fantástica e fascinante às 7 mil palavras que fala por dia - em média - SÓ PRA FALAR NELE. OU DELE. Nunca pra ele...
Sim. Porque ele é o "X" da questão. E olha que ela nem curte matemática tanto assim...
Não deu. Não vai dar.
Ah, vai lá, só uma vez. Não vai te custar nada mesmo, pensava ela.
Ah, vá lá! Chega de dar bandeira, chega!
Assim não dá! Se não percebeu até agora...
É. Se não percebeu até agora eu mesmo resolvo o problema!
E de quebra dou ZERO pra ele!
Estamos em um beco sem saída! Sem placa. Luz. Ou sinalização. Nada. O nada.
E o papo a seguir:
[' R. *- diz: parece uma música de pecado!
Nathalia diz: perfeito!
Nathalia diz: a cara dele ...rs
' R. *- diz: Quer dizer, é uma música de pecados
Nathalia diz: eu passei p ele e disse isso!
Nathalia diz: hahahahahahahaa
' R. *- diz: HAHAHA
Nathalia diz: hahahahhahahaa. né?!
' R. *- diz: Não sei, não o conheço
Nathalia diz: tô te falando,rs
' R. *- diz: Acho mais parecida com você!
' R. *- diz: HAUEUAHEuaUEuahe
Nathalia diz: Hahahahaha, ahhh, boa! rs
Nathalia diz: Hahahhahaha
' R. *- diz: pra mim, na boa, acho que você tá gostando dele e não quer admitir!
Nathalia diz: GOSTANDO DELE??
Nathalia diz: cai fora!
Nathalia diz: e eu tenho mil motivos pra isso não acontecer...rs
' R. *- diz: Cada um tem sua hist´roria, e coração!
' R. *- diz: Você fala muito dele
Nathalia diz: Nada a vê!
Nathalia diz: Assim como falo mto de você, uai..
' R. *- diz: Fala?
' R. *- diz: Enfim, eu não sei o que se passa no seu coração!
' R. *- diz: Mas eu sei bem como é esse sentimento de flaar que não gosta, e gosta!
' R. *- diz: Sabe qual é?!
Nathalia diz: Sei! E como sei. Mas não é o que acontece em relação à ele. Eu gosto dele. Mas como uma pessoa normal...rs Sabe??!
' R. *- diz: Entendi!
Nathalia diz: E sim, falo de você. De monte. Pra um monte de gente...
' R. *- diz: HAHAHAHHA
' R. *- diz: Jurou!
Nathalia diz: Ihhh
Nathalia diz: Começou o juroube! rs
Nathalia diz: Sériooo!
' R. *- diz: Ouviu a da Sandy?
Nathalia diz: SiM!
Nathalia diz: Bonita.
Nathalia diz: Gostei.
Nathalia diz: Mesmo sendo deles, rs
Nathalia diz: E vem cá, como a gnt gosta de alguém e não sabe?
' R. *- diz: Quando a gente implica muito
' R. *- diz: Não admite que gosta
Nathalia diz: Só isso? Acho que não é motivo ainda...
' R. *- diz: Sei lá, só sentindo!
' R. *- diz: Eu tenho que rever isso
' R. *- diz: Até pra fazer personagem
Nathalia diz: Pois é! Uma boa...rs
Nathalia diz: Tô anotando aqui. Pqe acho que vou escrever no blog sobre isso!
' R. *- diz: Pois é
' R. *- diz: é uma boa
' R. *- diz: Mas escreve algo concreto pra me ajudar
Nathalia diz: Tá tipo uma lista mt prática e na qual podemos nos ver, sabe? Acho que sai ainda hoje!
' R. *- diz: Tomara
Nathalia diz: Não sei. Só tem caneta! =~0 Eu só curto escrever rascunhos de lápis. Aiai...]
{Papo Nath-Renan no msn, dia 25/01/09, às 23:26!}
Qual é a questão?
Ou o problema?
E a solução? Algum palpite? Ou seria melhor partir pra aposta?
Só sei de uma coisa, essa menina não vai conseguir muita coisa sem expressar o que sente. Que diga. Que seja. Ou que não seja.
Ela tem medo.
A verdade é que ele também fala um bocado nela.
Implica com ela.
Manda musiquinha dizendo que é a cara dela.
Ele gosta dela, será??
Ele pensa nela.
E quer falar com ela.
E ela.
Ela quer mais.
Ela quer passar lá sem avisar.
Ah, ele também.
Ele liga.
Ela retorna. Na hora!
Eles se veem.
E na hora de ir embora, quanta demora...
Pronto: ela+medo+vontade=ele+insegurança+desejo
ela+vontade=ele+desejo
vontade+desejo= ELE + ELA!
Problema resolvido, por enquanto...
Nath
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