Quando tento tanto enquanto incrédulo encanto.
Encanto incrédulo enquanto encontro tanto quanto.
Enquanto incrédulo encontro encanto tanto intento.
Intento tanto encanto incrédulo enquanto.
Encanto tanto intenso enquanto incrédulo tento.
Intenso.
Intenso.
Intento.
Tento.
Tenso.
domingo, 30 de agosto de 2009
Romantismo piegas.
Não percebi meu coração disparar ao te ver
Não percebi meu coração disparar ao te
Não percebi meu coração disparar ao
Não percebi meu coração disparar
Não percebi meu coração
Não percebi meu
Não percebi
Não.
Porque romantismo piegas é o que há!
Não percebi meu coração disparar ao te
Não percebi meu coração disparar ao
Não percebi meu coração disparar
Não percebi meu coração
Não percebi meu
Não percebi
Não.
Porque romantismo piegas é o que há!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Primavera de Praga. Você sabia??
O ano de 1968 será lembrado como o da rebeldia, dos sonhos esmagados. Foi o ano que marcou o fim da Primavera de Praga, um experimento de “socialismo com face humana” comandado pelo líder do Partido Comunista da então Checoslováquia, Alexander Dubcek. O movimento representava o desabrochar da democracia atrás da Cortina de Ferro. Mudanças inéditas no bloco socialista eram adotadas no país: imprensa livre, Judiciário independente e tolerância religiosa. Dubcek introduzia reformas políticas e econômicas, com o apoio do Comitê Central. Estadão
Em 5 de abril de 1968 o povo tcheco tomou-se de surpresa quando soube dos principais pontos do novo Programa de Ação do PC tchecoslovaco. Fora uma elaboração de um grupo de jovens intelectuais comunistas que ascenderam pela mão do novo secretário-geral Alexander Dubcek, indicado para a liderança em janeiro daquele ano. Dubcek um completo desconhecido decidira-se a fazer uma reforma profunda na estrutura política do pais. Imaginara desestalinizá-lo definitivamente, removendo os derradeiros vestígios do autoritarismo e do despotismo que ele considerava aberrações do sistema socialista.
Apesar da desestalinização ter-se iniciado no XXº Congresso do PCURSS, em 1956, a Tchecoslováquia ainda era governada por antigos dirigentes identificados com a ortodoxia. Ainda viviam sob a sombra do que Jean-Paul Sartre chamou de “o fantasma de Stalin”. Dubcek achou que era o momento de “dar uma face humana ao socialismo”.
Além de prometer uma federalização efetiva, assegurava uma revisão constitucional que garantisse os direitos civis e as liberdades do cidadão. Entre elas a liberdade de imprensa e a livre organização partidária, o que implicava no fim do monopólio do partido comunista. Todos os perseguidos pelo regime seriam reabilitados e reintegrados. Doravante a Assembléia Nacional multipartidária é quem controlaria o governo e não mais o partido comunista, que também seria reformado e democratizado. Uma onda de alegria inundou o país. Chamou-se o movimento, merecidamente, de “ A Primavera de Praga”.
De todos os lados explodiram manifestações em favor da rápida democratização. Em junho de 1968, um texto de “Duas Mil Palavras” saiu publicado na Gazeta Literária (Liternární Listy), redigido por Ludvik Vaculik, com centenas de assinaturas de personalidades de todos setores sociais, pedindo a Dubcek que acelerasse o processo. Acreditava que seria possível transitar pacificamente de um regime comunista ortodoxo para uma social-democracia ocidentalizada. Dubcek tentava provar a possibilidade do convívio entre uma economia coletivizada com a mais ampla liberdade democrática.
O mundo olhava para Praga com apreensão. O que fariam os soviéticos e os seus vizinhos comunistas? As liberdades conquistadas em poucos dias pelo povo tcheco eram inadmissíveis para as velhas lideranças das “Democracias Populares”. Se elas vingassem em Praga eles teriam que também liberalizar os seus regimes. Os soviéticos por sua vez temiam as conseqüências geopoliticas. Uma Tchecoslováquia social-democrata e independente significava sua saída do Pacto de Varsóvia, o sistema defensivo anti-OTAN montado pela URSS em 1955. Uma brecha em sua muralha seria aberta pela defecção de Dubcek.
Então, numa operação militar de surpresa, as tropas do Pacto de Varsóvia lideradas pelos tanques russos entraram em Praga no dia 20 de agosto de 1968. A “Primavera de Praga” sucumbia perante a força bruta. Sepultaram naquela momento qualquer perspectiva do socialismo poder conviver com um regime de liberdade. Dubcek foi levado a Moscou e depois destituído. Cancelaram-se as reformas, mas elas lançaram a semente do que vinte anos depois seria adotado pela própria hierarquia soviética representada pela política da glasnost de Michail Gorbachov. Como um toque pessoal e trágico, em protesto contra a supressão das liberdades recém-conquistadas, o jovem Jan Palach incinerou-se numa praça de Praga em 16 de janeiro de 1969.
Fonte: Educaterra.terra.com.br
Em 5 de abril de 1968 o povo tcheco tomou-se de surpresa quando soube dos principais pontos do novo Programa de Ação do PC tchecoslovaco. Fora uma elaboração de um grupo de jovens intelectuais comunistas que ascenderam pela mão do novo secretário-geral Alexander Dubcek, indicado para a liderança em janeiro daquele ano. Dubcek um completo desconhecido decidira-se a fazer uma reforma profunda na estrutura política do pais. Imaginara desestalinizá-lo definitivamente, removendo os derradeiros vestígios do autoritarismo e do despotismo que ele considerava aberrações do sistema socialista.
Apesar da desestalinização ter-se iniciado no XXº Congresso do PCURSS, em 1956, a Tchecoslováquia ainda era governada por antigos dirigentes identificados com a ortodoxia. Ainda viviam sob a sombra do que Jean-Paul Sartre chamou de “o fantasma de Stalin”. Dubcek achou que era o momento de “dar uma face humana ao socialismo”.
Além de prometer uma federalização efetiva, assegurava uma revisão constitucional que garantisse os direitos civis e as liberdades do cidadão. Entre elas a liberdade de imprensa e a livre organização partidária, o que implicava no fim do monopólio do partido comunista. Todos os perseguidos pelo regime seriam reabilitados e reintegrados. Doravante a Assembléia Nacional multipartidária é quem controlaria o governo e não mais o partido comunista, que também seria reformado e democratizado. Uma onda de alegria inundou o país. Chamou-se o movimento, merecidamente, de “ A Primavera de Praga”.
De todos os lados explodiram manifestações em favor da rápida democratização. Em junho de 1968, um texto de “Duas Mil Palavras” saiu publicado na Gazeta Literária (Liternární Listy), redigido por Ludvik Vaculik, com centenas de assinaturas de personalidades de todos setores sociais, pedindo a Dubcek que acelerasse o processo. Acreditava que seria possível transitar pacificamente de um regime comunista ortodoxo para uma social-democracia ocidentalizada. Dubcek tentava provar a possibilidade do convívio entre uma economia coletivizada com a mais ampla liberdade democrática.
O mundo olhava para Praga com apreensão. O que fariam os soviéticos e os seus vizinhos comunistas? As liberdades conquistadas em poucos dias pelo povo tcheco eram inadmissíveis para as velhas lideranças das “Democracias Populares”. Se elas vingassem em Praga eles teriam que também liberalizar os seus regimes. Os soviéticos por sua vez temiam as conseqüências geopoliticas. Uma Tchecoslováquia social-democrata e independente significava sua saída do Pacto de Varsóvia, o sistema defensivo anti-OTAN montado pela URSS em 1955. Uma brecha em sua muralha seria aberta pela defecção de Dubcek.
Então, numa operação militar de surpresa, as tropas do Pacto de Varsóvia lideradas pelos tanques russos entraram em Praga no dia 20 de agosto de 1968. A “Primavera de Praga” sucumbia perante a força bruta. Sepultaram naquela momento qualquer perspectiva do socialismo poder conviver com um regime de liberdade. Dubcek foi levado a Moscou e depois destituído. Cancelaram-se as reformas, mas elas lançaram a semente do que vinte anos depois seria adotado pela própria hierarquia soviética representada pela política da glasnost de Michail Gorbachov. Como um toque pessoal e trágico, em protesto contra a supressão das liberdades recém-conquistadas, o jovem Jan Palach incinerou-se numa praça de Praga em 16 de janeiro de 1969.
Fonte: Educaterra.terra.com.br
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Ela, perfeita. Ele, exagerado.
Ela sempre foi ciumenta.
Ela não era tanto.
Ela é delicadamente estúpida quando quer.
Ele nunca se alterou.
Ela bebe, bebe, chora e cai.
Ele a segura.
Ela folga nos dias em que ele trabalha.
Ele trabalha nos dias em que ela folga.
Ela dorme tarde.
Ele acorda cedo.
Ela tem os melhores amigos do mundo.
Ele tem amigos toleráveis.
Ela só escuta música maneira.
Ele, nem tanto.
Ela grita.
Ele sussurra.
Ela está apaixonada.
Ele está bobo.
Ela é chata.
Ele é fofo-mega-compreensivo.
Ela terminou de ler o livro que deu para ele em 7 dias.
Ele não está nem na metade!
Ela fica de tpm 20 dias no mês.
Ele quer ficar com ela justo nesses 20 dias.
Ela é engraçada.
Ele é carinhoso.
Para ela, advérbios.
Para ele, adjetivos.
Agora me diz, quem é perfeito e quem é exagerada?
Ela não era tanto.
Ela é delicadamente estúpida quando quer.
Ele nunca se alterou.
Ela bebe, bebe, chora e cai.
Ele a segura.
Ela folga nos dias em que ele trabalha.
Ele trabalha nos dias em que ela folga.
Ela dorme tarde.
Ele acorda cedo.
Ela tem os melhores amigos do mundo.
Ele tem amigos toleráveis.
Ela só escuta música maneira.
Ele, nem tanto.
Ela grita.
Ele sussurra.
Ela está apaixonada.
Ele está bobo.
Ela é chata.
Ele é fofo-mega-compreensivo.
Ela terminou de ler o livro que deu para ele em 7 dias.
Ele não está nem na metade!
Ela fica de tpm 20 dias no mês.
Ele quer ficar com ela justo nesses 20 dias.
Ela é engraçada.
Ele é carinhoso.
Para ela, advérbios.
Para ele, adjetivos.
Agora me diz, quem é perfeito e quem é exagerada?
terça-feira, 16 de junho de 2009
Tô deprê!
Los Hermanos pra galera:
Eu encontrei-a quando não quis mais procurar o meu amor
e quando levou
foi pra eu merecer
antes um mês
e eu já não sei
e até quem me vê
lendo jornal
na fila do pão
sabe que eu te encontrei
e ninguém dirá que é tarde demais
que é, tão diferente assim
o nosso amor a gente é quem sabe, pequena
vai me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguéma fim de te acompanhar
e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola..
eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
você me falou pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocara minha tv
num jeito de te levar
a qualquer lugar que você queira
e ir onde o vento for
que pra nós dois
sair de casa já é se aventurar
ah, vai me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora, eu pego carona,pra te acompanhar.
Só porque lembro del...
Eu encontrei-a quando não quis mais procurar o meu amor
e quando levou
foi pra eu merecer
antes um mês
e eu já não sei
e até quem me vê
lendo jornal
na fila do pão
sabe que eu te encontrei
e ninguém dirá que é tarde demais
que é, tão diferente assim
o nosso amor a gente é quem sabe, pequena
vai me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguéma fim de te acompanhar
e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola..
eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
você me falou pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocara minha tv
num jeito de te levar
a qualquer lugar que você queira
e ir onde o vento for
que pra nós dois
sair de casa já é se aventurar
ah, vai me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora, eu pego carona,pra te acompanhar.
Só porque lembro del...
"Da chegada do amor que nunca foi"
"The course of true love never runs smooth".
Foi isso que o orkut me falou. E pensei, pensei e acho que ele tem razão. Estou há tempos sem escrever aqui, que me sinto enferrujada porém cheia de coisas que me parecem brilhantes nas idéias.
O amor. Sempre ele. E vai ser perfeito, porque meu último post fala extamente de um amor novo, que chega e arrebenta a boca do balão!
E aquele que nunca se foi? Pior é aquele que a gente acha que foi mas está lá, quieto, na dele. Ou será que somos tão traiçoeiros a ponto de tal coisa? Sim, porque se você acha que esqueceu alguém e faz de tudo pra fazê-lo mas não consegue é pura enganação.
Eu já passei por isso. Todo o mundo já passou também. Aliás, eu não sei se já saí dessa algum dia. Aliás, falar sobre esses assuntos, ultimamente tem sido quase como uma tortura.
Maíra que o diga.
Encerro por aqui.
Nath
Foi isso que o orkut me falou. E pensei, pensei e acho que ele tem razão. Estou há tempos sem escrever aqui, que me sinto enferrujada porém cheia de coisas que me parecem brilhantes nas idéias.
O amor. Sempre ele. E vai ser perfeito, porque meu último post fala extamente de um amor novo, que chega e arrebenta a boca do balão!
E aquele que nunca se foi? Pior é aquele que a gente acha que foi mas está lá, quieto, na dele. Ou será que somos tão traiçoeiros a ponto de tal coisa? Sim, porque se você acha que esqueceu alguém e faz de tudo pra fazê-lo mas não consegue é pura enganação.
Eu já passei por isso. Todo o mundo já passou também. Aliás, eu não sei se já saí dessa algum dia. Aliás, falar sobre esses assuntos, ultimamente tem sido quase como uma tortura.
Maíra que o diga.
Encerro por aqui.
Nath
terça-feira, 17 de março de 2009
Da chegada do amor
Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse.
Sempre quis um amor que elaborasse.
Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono
e trouxesse beijo no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor
que não se chateasse diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar o desenho do invólucro
e compará-lo
com a calma da alma o seu conteúdo.
Contudo sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amorque sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de acaso
estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que sua estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis um amor que amasse.
Elisa Lucinda
Sempre quis um amor que elaborasse.
Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono
e trouxesse beijo no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor
que não se chateasse diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar o desenho do invólucro
e compará-lo
com a calma da alma o seu conteúdo.
Contudo sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amorque sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de acaso
estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que sua estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis um amor que amasse.
Elisa Lucinda
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