domingo, 3 de outubro de 2010

Rio, 25.08.10.

Amar, amor, o mar.
Amar, amor, amar...
Calma, calma, amor.
A dor do amor não vai passar.
Basta, amor, amar o mar.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ele não disse adeus.

Virou-se e andou.
Chegou a dizer algumas coisas,
mas não quis repetir pra ela entender.
Foi andando normalmente.
Não percebeu o que ela sentia naquele momento.
A dor
a cor da dor
o som
o som da dor.
Não adianta.
Ela ficou parada, olhando.
Ele foi.
E não disse adeus.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como se fosse urgente.

Como se fosse urgente
ela desesperou-se mais uma vez.
Sem pensar repensar pensou!
E fez.
Como se fosse urgente e necessário.
As lágrimas que aqui estão
secarão
sumirão
tornarão
manchas naquilo daquilo
que um dia
já foi bom e preciso.
Passou.
Como se fosse urgente.
Mas não é!


Ps: Para Carol!

Uma segunda chance para o amor.

Eu acredito nas memórias,
mas elas não parecem reais.
Eu estarei lá para a sobremesa.
Eu prometo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Eu já fui um lobisomem juvenil.

Se você quiser, alguém pra ser só seu
É só não se esquecer, estarei aqui.

Se você quiser, alguém pra ser só seu
É só não se esquecer, estarei aqui.

E se você quiser, alguém pra ser só seu
É só não se esquecer, estarei aqui.

Mas se você quiser, alguém pra ser só seu
É só não se esquecer, estarei aqui.

Ou então não terá jamais
A chave do meu coração.

Não terá jamais
A chave do meu coração.


Terça-feira 13.

Era uma vez
um gato.
Ele tinha uma orelha
e dois rabos.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Pensando naquele silêncio antigo.

Palavras vazias
que andam sozinhas
de noite de dia
e ficam na esquina
esperando a dor passar...
Aquela dor de ontem,
cheia de dúvidas,
que ninguém duvida
que existe em mim.

Nathalia